À primeira vista, o negócio parecia simples: cerca de 20 clientes ativos por mês, 16 SKUs e menos de 100 notas fiscais emitidas. Mas bastava olhar um pouco mais de perto para perceber que, por trás da aparente simplicidade comercial, havia uma operação muito mais complexa do que o estágio atual da empresa comportava.
A companhia operava com dois armazéns, um escritório, produção terceirizada (nacional e importada) e ainda sob um regime fiscal de armazém geral. O ERP estava sob gestão da contabilidade, e o time interno — embora comprometido e com espírito empreendedor — era enxuto, multitarefa e com pouca bagagem técnica para lidar com tantos detalhes operacionais ao mesmo tempo.
Essa combinação fez a operação viver constantemente no limite. A estratégia de crescimento agressiva, somada à busca por excelência em qualidade acima da média do mercado, mantinha todos sob pressão. A empresa pensava no curto, médio e longo prazos ao mesmo tempo, o que gerava estresse, falta de clareza e o foco em apagar incêndios.
Resolver os problemas na logística e preparar o time de para executar uma gestão de alta performance, sem parar o negócio e atender a estratégia de crescimento agressivo.
O projeto se dividiu em 3 frentes de trabalho: 1) Diagnóstico técnico baseado em 10 alavancas de eficiência logística e plano de trabalho com 16 projetos de curto, médio e longo prazos. 2) execução assistida na implementação dos projetos. 3) Contratação e onboarding de executiva para liderar a área.
Melhora no nível de serviço ao cliente em 18% e implementação de controles para dar visibilidade da operação à liderança da empresa.